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sábado, 13 de janeiro de 2018

BRASIL

Chuvas afetam 23 cidades catarinenses e devem continuar no fim de semana

Agência Brasil

A Defesa Civil de Santa Catarina atualizou, na manhã deste sábado (13), informações sobre as chuvas no estado, que já soma 23 cidades afetadas por alagamentos, deslizamentos e temporais. Na última semana, em decorrência dos desastres, três pessoas morreram e uma desapareceu, após ser sugada por um bueiro, ocorrências que permanecem inalteradas e sem novidades.
Cerca de 1.800 pessoas tiveram que deixar suas casas e 158 estão desabrigados. Ao todo, quase 1.400 residências foram afetadas pelos estragos ocasionados pelas chuvas.
Na tarde de sexta-feira (12), a prefeitura de Penha, município de 25 mil habitantes, localizado no norte do litoral catarinense, declarou situação de emergência. A Defesa Civil estadual informou à Agência Brasil que o decreto ainda não foi formalizado junto à administração. Apesar disso, a prefeitura destacou que uma equipe de âmbito estadual percorreu a cidade, confirmando a situação de ruína.
O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, reuniu-se, ontem, com o secretário Nacional de Defesa Civil, Renato Newton Ramlow, para solicitar recursos federais que deverão integrar os R$ 20 milhões necessários aos restauros previstos. Calcula-se que mais de 200 ruas da capital foram prejudicadas.
Persistem os riscos de desabamento nas áreas da região metropolitana e litoral de Florianópolis, Governador Celso Ramos, Palhoça, São José, Penha, Itapema, Antônio Carlos, Biguaçu, Bombinhas, Navegantes, São Francisco do Sul e Balneário Camboriú.
O governo estadual tem mantido a população informada sobre o volume pluviométrico através de sua conta no Twitter e no Facebook. Ao observar qualquer movimento de terras ou rochas próximas a suas casas, as famílias devem se afastar do local e acionar a Defesa Civil Municipal, pelo telefone 199, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193.

Itens de emergência
Para atender às vítimas de Florianópolis, serão necessários 4 mil litros de água, 140 kits de limpeza, 170 kits de higiene pessoal, 100m cestas básicas, 300 colchões e 300 kits de acomodação. Interessados em fazer doações poderão obter mais informações na prefeitura das cidades atingidas.
Alagamento em cidades catarinenses em 27/09/2015
Alagamento em cidades catarinenses em 27/09/2015
Clima no fim de semana
Segundo os mais recentes boletins de monitoramento, a previsão para o sábado e o domingo é que chuvas se estendam por todo o território catarinense, já a partir do fim da manhã, seguindo até a tarde. A tendência é que o clima seja caracterizado por mormaço, isto é, tempo úmido e quente, sendo possível também a formação de pedras de granizo, devido à instabilidade atmosférica. As autoridades pedem que os catarinenses tenham cuidado com raios.
No oeste de Santa Catarina, área que abrange cidades como Xanxerê, Chapecó e Concórdia, as chuvas deverão ser fracas e isoladas. Nas demais regiões do estado, sol entre nuvens com temperaturas em elevação
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DF



Chuva forte se espalha pelo DF e causa alagamentos neste sábado; veja imagem


Temporal caiu sobre Plano Piloto, Recanto das Emas, Taguatinga, Riacho Fundo e cidades do Entorno. Bacia do Descoberto chegou a 38% no sábado; chuva de janeiro deve superar média histórica.



Chuva alaga quadra residencial da Asa Norte, no DF (Foto: Miguel Cesar/Arquivo pessoal)

Chuva alaga quadra residencial da Asa Norte, no DF (Foto: Miguel Cesar/Arquivo pessoal)

A chuva forte típica de janeiro voltou a cair sobre diversas regiões do Distrito Federal neste sábado (13). Até as 18h, havia registros de temporal em áreas como Recanto das Emas, Riacho Fundo e Taguatinga, além de toda a extensão do Plano Piloto.
Segundo o Corpo de Bombeiros, houve registro de inundação nas tesourinhas das quadras 110 e 510 Norte. Até o fim da tarde, não havia relato de acidentes de trânsito, quedas de árvore ou danos estruturais causados pela chuva.
Leitores do G1 e espectadores da TV Globo registraram a chuva em vídeos (veja ao longo desta reportagem). Em cidade do Entorno, como Valparaíso (GO), houve relatos de chuva de granizo e vento forte.
Bom pras bacias
Apesar dos estragos causados, a chuva é importante para ajudar a recuperar os reservatórios que abastecem os moradores do DF. Segundo medição da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa), neste sábado, o Descoberto atingiu 38% da capacidade total.
A medição também apontou nível de 32,8% na bacia de Santa Maria. Os dois valores representam alta de 0,3 ponto percentual em relação ao volume desta sexta (12).
Apesar de os dois reservatórios estarem acima das previsões da Adasa, o racionamento permanece. A cada seis dias, uma região do DF fica sem água durante pelo menos 24 horas.

Fonte: G1 DF


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

METEOROLOGIA



Previsão de chuva para a Brasília

Qual a expectativa para Novembro?

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FOTO: AGÊNCIA BRASIL

Brasília está há 22 dias sem chuva. De acordo com dados do Inmet - Instituto Nacional de Meteorologia a última chuva registrada na cidade foi no dia 03/10 quando foram acumulados 10,5 milímetros de chuva . A média para Outubro é de 172,1 milímetros.
Setembro é considerado um mês de retorno das primeiras pancadas de chuva, depois da estiagem de junho, julho e agosto, mas não foi observada precipitação regular durante o mês passado. Foram registrados apenas 9 milímetros na capital federal sendo que a média é de aproximadamente 52 milímetros , segundo o Inmet.A Agência Regulatória de Água, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal no informativo das do dia 25/10, revela que o nível doreservatório de Descoberto estava em 8,3% e o de Santa Maria com23,8% do volume útil.
De acordo com os meteorologistas da Climatempo, a tendência é que o tempo quente e seco já comece a se despedir da região. É esperada uma mudança na direção dos padrões atmosféricos nos próximos dias o que irá facilitar a formação de algumas nuvens.
Nesta quinta-feira (26), o forte aquecimento e a previsão do aumento de umidade irão contribuir para a formação de nuvens carregadas. Por isso,a chance de chover aumenta em algumas áreas do Distrito Federal. A chuva pode vir acompanhada de descargas elétricas.
Na sexta-feira e no fim de semana, mais áreas de instabilidade tendem a se formar na região do Distrito Federal e as condições de chuva são maiores. Há possibilidade de chuva forte em alguns momentos. A expectativa é que as pancadas de chuva sejam frequentes também na segunda-feira (30).

Expectativa para Novembro

O Distrito Federal deve receber mais umidade durante todo o mês de Novembro o que irá contribuir para a formação de áreas de chuva sobre a região. Aos poucos o regime de chuvas começa a se regularizar sobre o Centro-Oeste e a tendência é que daqui pra frente não venham ocorrer mais longos períodos de estiagem.

FONTE: CLIMATEMPO


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

METEOROLOGIA

Pode chover no DF a partir de sábado, diz Inmet


O calor intenso e a umidade baixa deixou a região em estado de alerta.
O calor intenso e a umidade baixa deixou a região em estado de alerta.


Foto: Agência Brasil

Após ter registrado ontem (15) a maior temperatura da história (37,3ºC) e umidade relativa do ar de 11%, o Distrito Federal (DF) tem previsão de chuvas somente para o próximo dia 21, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A maior alta registrada até então foi de 36,4ºC, em outubro de 2015. O calor intenso e a umidade baixa deixou a região em estado de alerta.
Com a falta de chuva e a escassez de água, a capital federal poderá ter novas medidas no racionamento que já vem sendo feito desde janeiro. Para o presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal, Maurício Luduvice, o DF vive uma época difícil. "O momento é de grande preocupação e temos que tomar medidas duras. A situação é muito delicada" alertou. Os reservatórios estão registrando recordes negativos.
Segundo as medições da Adasa, o reservatório do Descoberto tem apenas 12,2% da capacidade máxima. Se o número chegar a 9%, novas medidas deverão ser tomadas no fornecimento de água no DF. "A possibilidade de intensificar o racionamento é muito alta. Nossa expectativa era que os reservatórios estivessem com essa quantidade de água só no final de outubro", disse. "No momento oportuno, as novas medidas serão divulgadas", acrescentou.
O reservatório de Santa Maria funciona com 26,3% do volume útil, segundo as medições da Adasa, que são atualizações diariamente até as 13h.
Chuvas   De acordo com o Inmet, o Distrito Federal atravessa uma estação de "veranico", que ocorre no período de calor intenso, estiagem e baixa umidade. Segundo o meteorologista Manoel Rangel, a previsão é de temperatura alta durante toda a semana, mas com possibilidade de ventos. "Uma massa de ar de origem polar passa pelo oceano. É possível que o vento chegue até aqui e refresque um pouco a temperatura", disse.
A previsão era que a região chegasse a ter 166 milímetros (mm) de chuvas no mês de outubro, mas com a estiagem, até agora só chegou a 10mm. A expectativa agora é que a quantidade de chuva fique abaixo da metade do esperado. "Mesmo com as chuvas esperadas para o final de outubro, a expectativa é que o volume fique bem abaixo da média", afirmou.

Forte calor

Com as fortes temperaturas, a população tem mudado os hábitos. Por causa da seca, a Defesa Civil declarou estado de emergência na última sexta-feira (13). A orientação é que a população altere horários de atividades físicas e de trabalho ao sol entre 10h e 17h. Também deve aumentar o consumo de líquidos, evitar banhos demorados e usar protetor solar.
A medição da temperatura é feita nas estações convencionais (operado por técnicos) e nas estações automáticas. A temperatura pode variar em dois graus de uma para outra, de acordo com o Inmet. 
A maior temperatura, de 37,3ºC, foi registrada na estação automática de Águas Emendadas, localizada em Planaltina, às 15h de ontem (15). Quando o recorde anterior de 36ºC foi registrado em 2015, a estação Águas Emendadas ainda não fazia medições.
FONTE: Agência Brasil

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

MUNDO

Atingida por inundações 

catastróficas, Houston sofrerá com 

mais chuvas da tempestade Harvey



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O Harvey deve produzir entre 38 e 63 centímetros de chuva até sexta-feira no norte do litoral do Texas e seguir para o sudoeste da Louisiana, alertou o Centro Nacional de Furacões. Foto: reprodução


O furacão Harvey, uma tempestade de categoria 4, atingiu a região de Porto Aransas e Porto O’Connor no Texas, Estados Unidos, em 25 de agosto. A chegada de Harvey marca a primeira ocorrência climática de mesma intensidade desde o furacão Charley em 2004. Com ventos a 209 km/h, o temporal causou danos catastróficos nas cidades costeiras do país norte-americano. Conforme avançou para o interior, Harvey perdeu força e tornou-se uma tempestade tropical, derramando chuva sobre a área de Houston e levando a uma inundação jamais vista na área.
Na imagem, uma foto da NASA que mostra o furacão Harvey sobre o Texas, visto da Estação Espacial Internacional (ISS) em 26 de agosto de 2017.


A cidade norte-americana de Houston enfrentava nesta segunda-feira inundações históricas que vão se agravar nos próximos dias com o avanço da tempestade tropical Harvey, que elevou os rios a níveis recordes e obrigou engenheiros federais a liberarem água de reservatórios na esperança de evitar uma tragédia maior.
O Harvey se tornou o furacão mais poderoso a atingir o Texas em mais de 50 anos quando chegou ao Estado no final de sexta-feira perto de Corpus Christi, cerca de 354 quilômetros ao sul de Houston, e matou ao menos duas pessoas.
Desde então, o sistema permaneceu nos arredores do litoral texano do Golfo do México, onde se prevê que continue durante vários dias, alagando áreas com o equivalente a um ano de chuvas em apenas uma semana.
As chuvas submergiram carros e transformaram estradas em rios, e a previsão é de mais enchentes quando a tempestade retomar o caminho de Houston. O centro do Harvey estava 148 quilômetros ao sudoeste de Houston na manhã desta segunda e previsto para se curvar lentamente rumo à cidade até quarta-feira.
O pior das inundações deve ocorrer no final da quarta e na quinta-feira, segundo meteorologistas.
Escolas, aeroportos e edifícios de escritórios de Houston, lar de cerca de 2,3 milhões de habitantes, receberam ordem para fechar nesta segunda-feira, uma vez que dezenas de ruas se transformaram em rios e bairros da parte mais baixa da cidade foram cobertos por água na altura do peito.
A área metropolitana, que abriga 6,8 milhões de pessoas, também é o polo petroquímico e de refino dos EUA, que foi prejudicado pela tempestade. Diversas refinarias interromperam as operações, provavelmente por semanas.

Jornal Extra

terça-feira, 15 de agosto de 2017

MEIO AMBIENTE

Mudança climática pode causar 152 mil mortes por ano no fim do século


Incêndios florestais como os que devastaram Portugal no mês passado vão se tornar regra, e não exceção, se nada for feito para atenuar as mudanças climáticas que já estão em curso graças à ação humana. É o que revela um artigo científico publicado no começo do mês.
Mudança climática na Europa pode causar 152 mil mortes por ano até o fim do século
© Reuters Mudança climática na Europa pode causar 152 mil mortes por ano até o fim do século




A equipe do meteorologista italiano Giovanni Forzieri – à serviço da Comissão Europeia, o órgão executivo da União Europeia (UE) –, usou simulações de computador complexas para descobrir como o clima da Europa vai se comportar ao longo do próximo século caso a temperatura média do planeta continue subindo no ritmo atual.
As previsões indicam que, entre 2071 e 2100, só no continente europeu, morrerão 152 mil pessoas por ano por causa de ondas de calor e desastres naturais como incêndios e inundações – todos consequências diretas ou indiretas do aquecimento global.
Entre 1981 e 2010, só 5% da população da UE (25 milhões) foi exposta a eventos climáticos anormais – entre 2071 e 2100, serão 351 milhões de pessoas. Esse número equivale a cerca de dois terços da população prevista para a UE no final do século (518 milhões). Os países mediterrâneos serão os mais afetados. Espanha e Itália e o sul da França terão de lidar com 64 vezes mais mortes decorrentes do aumento da concentração de CO2 na atmosfera se nada for feito.
As ondas migratórias e a consequente redistribuição das concentrações populacionais no continente também foram consideradas nas simulações – o aumento no número de habitantes de regiões litorâneas aumenta um pouco a exposição dessas pessoas a inundações, mas esse risco equivale a apenas 10% do total de mortes previstas (os outros 90% são consequência exclusiva do aumento de temperatura).
A população europeia, mais velha que a média de idade mundial, colabora com os números – pessoas com mais de 60 anos são mais vulneráveis a problemas de saúde que podem piorar em temperaturas médias mais altas.
Especialistas sem associação com o estudo o elogiaram, mas apontaram limitações. “Estar ou não no caminho de um evento climático não é garantia de que você morrerá”, afirmou ao The Guardian David Alexander, do University College de Londres. “A vulnerabilidade depende em um monte de outras variáveis.”

Já Paul Wilkinson, da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, afirmou ao Público que o estudo é importante como alerta para acelerar programas e acordos que tentem reduzir o aquecimento global e formas de mitigar suas consequências. “O aquecimento global pode resultar num impacto humano muito acelerado a não ser que sejam tomadas medidas adequadas de adaptação.”

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

EDUCAÇÃO

MEC vai liberar R$ 12,9 milhões para escolas atingidas por chuvas em Alagoas

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quarta-feira, 26 de julho de 2017

SECA DF


Com mais de dois meses 

de seca, DF entra em 

estado de atenção


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Após mais de dois meses de estiagem, a baixa umidade relativa do ar do Distrito Federal colocou a unidade federativa em estado de atenção. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou, nesta quarta-feira (26/7), um levantamento relativo ao período de seca nas capitais brasileiras. Os dados apontaram que Brasília não tem chuvas registradas há pelo menos 65 dia

O Inmet informou que, em 2017, o período de seca começou mais tarde e que os índices ainda não atingiram pontos críticos, como em anos anteriores. Segundo o instituto, a massa de ar seco que se concentra sobre o Centro-Oeste e parte do Sul e do Sudeste do Brasil impede a formação de nuvens de chuva, além de favorecer a diminuição da umidade e o aumento da temperatura.

Ainda na semana passada, o Inmet emitiu um alerta relativo à queda do índice. Os técnicos do órgão advertiram sobre o "perigo potencial" existente, com possível risco à saúde. Nos próximos dias, a umidade relativa do ar está prevista para chegar a 25%.
s. A previsão é de que elas voltem apenas na primeira quinzena de setembro. 

As eventuais queimadas e a formação de névoa seca  composta por partículas de poeira, poluentes e típica na estação  também podem contribuir com o aparecimento ou agravamento de problemas respiratórios. Nesse período, a recomendação dos especialistas é evitar exercícios físicos e atividades ao ar livre entre as 10h e as 16h, consumir líquidos em abundância, evitar aglomerações em locais fechados e manter os ambientes sempre umidificados.

Índices da Organização Mundial de Saúde (OMS)


Umidade relativa do ar

Estado de atenção
30% a 20%

Estado de alerta
20% a 12%

Estado de emergência
Abaixo de 12%

Fonte: CB


 

segunda-feira, 24 de julho de 2017

TEMPO

Chuvas do fim de semana 

não beneficiaram oeste do 


Corn Belt



O último final de semana foi de chuvas consideráveis para boa parte do Corn Belt e as baixas registradas no pregão desta segunda-feira (24) pelos futuros dos grãos negociados na Bolsa de Chicago são, em partes, reflexo disso. "De fato, as chuvas regaram uma boa parte da área produtora de soja e milho. A especulação coloca pressão nos preços com razão", explica o analista de mercado da AgResource Brasil (ARC Brasil), Matheus Pereira. 
Na região do cinturão de produção, segundo informações apuradas pela ARC, os volumes acumulados entre os últimos sábado e domingo chegaram a até 79 mm, como em pontos de Illinois. Na região do Delta, alguns locais registraram mais de 25 mm de chuvas, enquanto, nas Planícies, o fim de semana ainda foi de tempo seco em praticamente toda a área, com pequenas ocorrências na Dakota do Sul e Minnesota. 
Chuvas do fim de semana EUA - AGR

Informações do Commodity Weather Group mostram que, nas últimas 72 horas, o Meio-Oeste dos Estados Unidos recebeu de 12,7 a 76,2 mm de chuvas, com 50% de abrangências apenas. "As chuvas do final de semana foram registradas no noroeste e sudoeste do Meio-Oeste, porém, mais intensas no nordeste de Iowa, sudeste de Minnesota, norte e sudeste de Illinois, Indiana e Ohio", informa o boletim diário do CWG. 
Para os próximos cinco dias, as previsões indicam acumulados de que podem ficar dos mesmos 12,7 mm a 50,8 mm. No intervalo dos próximos 6 a 10 dias, porém, a situação já volta a ficar mais irregular, com chuvas melhores em alguns pontos, como Iowa, Nebraska, norte e extremo de Illinois e norte de  Indiana. Já na Dakota do Norte, volumes ainda abaixo da média, tal qual em quase toda Dakota do Sul. 

Clima CWG

Além das chuvas, as temperaturas no fim de semana nos Estados Unidos foram mais amenas do que as observadas durante a semana passada, quando chegaram a passar dos 37ºC em algumas regiões, de acordo com informações do National Weather Service. 
Segundo explica Pereira, essas chuvas dos últimos dias não mudam o quadro geral nos Estados Unidos neste momento, com agosto - mês determinante para a cultura da soja - chegando ainda com condições climáticas desfavoráveis para boa parte das áreas produtoras de grãos dos EUA. 
"As projeções para os próximos 10-15 dias ainda estão ruins. Apenas um evento de precipitações está sendo previsto nos próximos 10 dias", explica o analista da ARC Brasil. Além disso, a tendência de uma redução nos níveis de umidade do solo continua para o oeste do cinturão produtor e isso ainda preocupa os produtores norte-americanos. 
Diante desse quadro, a consultoria internacional ainda acredita que no boletim semanal de acompanhamento de safras que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta segunda-feira, às 17h (horário de Brasília), faça uma nova redução de 1 a 2 pontos percentuais, novamente, no índice de lavouras de soja e de milho. Atualmente, os números são de, respectivamente, 61% e 64/%. 
Irregularidade
A ARC Brasil está em tour pelo Corn Belt e vem constatando uma irregularidade na safra 2017/18 dos Estados Unidos frente a essa diferença entre as condições climáticas nos principais estados produtores. 
Em Indiana, por exemplo, as lavouras estão em ótimo estado, e se desenvolvem de forma bastante satisfatória até esse momento. Segundo Matheus Pereira, trata-se de uma safra bem saudável, principalmente no oeste e centro do estado. A ressalva fica por conta de algumas reboleiras de soja amarelada devido ao excesso de chuvas ocorrido na época do plantio. 

EUA 2017/18 - Lavouras de soja e milho em Indiana

EUA 2017/18 - Lavouras de soja e milho em Indiana

EUA 2017/18 - Lavouras de soja e milho em Indiana

EUA 2017/18 - Lavouras de soja e milho em Indiana

quinta-feira, 13 de julho de 2017

AGRONEGÓCIO

Com previsão de chuvas no Meio-Oeste e 

aumento na safra dos EUA, milho recua 

mais de 4% nesta 5ª na CBOT


 Soja em Chicago registra forte queda com previsões de temperaturas mais amenas e chuvas no cinturão produtor dos EUA




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Ginaldo de Sousa, analista de mercado da Labhoro Corretora, destaca que a queda no mercado da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira (13) se deu por uma falta de sustentação no mercado, que começou a sentir uma mudança climática, com possibilidades de temperaturas mais amenas.
Os mapas divulgados pela manhã começaram a mostrar que as baixas temperaturas iriam abrir espaço para chuvas no Meio-Oeste americano. Com isso, o mercado começou a apostar nisso e seguiu vendendo. Após ao meio-dia, este clima foi confirmado.
Ontem, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) veio baixista para o milho, de baixista para estável para o trigo e altista para a soja.
A correção de hoje, para ele, foi "drástica". O mercado realizou um rally de 12 dias consecutivos e caiu 40% da alta acumulada neste tempo durante o dia de hoje.
Hoje foi divulgado também o Drought Monitor, divulgando uma piora em Iowa e nas Dakotas. Contudo, as temperaturas mais baixas podem acabar melhorando a situação.
Para Sousa, o mercado está apostando em um "boato", em algo que ainda está para acontecer em uma semana. Os meses de julho e agosto são definitivos para o milho e para a soja, respectivamente.
Os fundos venderam, hoje, mais de 20 mil contratos de soja. "O jogo continua, os players estão aí", diz o analista. "Eu não poderia e nem gostaria de apostar que já vimos as altas do mercado. Vai depender do clima. É um mercado de clima".
O Brasil, com o movimento dos últimos dias, teve oportunidades de negócios. Há dez dias, a comercialização estava em torno de 70%. Após os movimentos de alta na CBOT, houveram melhores vendas no Paraná, no Rio Grande do Sul e outras localidades que ainda não haviam aproveitado as altas do mercado.
Essa alta também ajudou os produtores a plantarem novamente uma safra grande no Brasil, na visão de Sousa.
Crop Tour
A Labhoro Corretora está com tudo pronto para a realização do Crop Tour nos Estados Unidos no próximo mês de agosto, do qual Daniel Olivi, do Notícias Agrícolas, estará presente. Há duas vagas ainda em aberto.
Acesse o site da Labhoro para mais informações: www.labhoro.com.br

FONTE: NOTÍCIAS AGRÍCOLAS