Mostrando postagens com marcador BRASÍLIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BRASÍLIA. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

CASO MALUF

Juiz nega pedido de Paulo Maluf para cumprir pena em casa; deputado segue preso na Papuda

Defesa apontava risco de vida do deputado na cadeia em razão de 'graves problemas de saúde'. Defesa se disse 'perplexa' com a decisão e afirmou que recorrerá ao Tribunal de Justiça do DF.

Resultado de imagem para MALUF
Foto: REUTERS/Leonardo Benassatto

O juiz Bruno Aielo Macacari, da Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal, negou nesta quarta-feira (17) um pedido do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) para cumprir pena de prisão em casa.
Trata-se da decisão definitiva sobre um pedido de “prisão domiciliar humanitária”, apresentado pela defesa do deputado no ano passado, logo depois que ele se entregou à Polícia Federal em São Paulo e foi levado ao presídio da Papuda, em Brasília.
Os advogados alegavam que, na cadeia, há risco de vida para o deputado, de 86 anos, em razão de “graves problemas de saúde”: um câncer de próstata, hérnia de disco, problemas cardíacos e movimentos limitados.
Em nota, a defesa de Maluf se disse "perplexa" com a decisão e informou que vai recorrer ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF), de segunda instância (leia mais ao final desta reportagem).
Ainda em dezembro, Macacari negou um primeiro pedido preliminarda defesa, mais urgente, levando em conta informações básicas prestadas pela Papuda sobre a estrutura oferecida no presídio.
A nova decisão do juiz foi baseada em laudos mais completos do Instituto Médico Legal (IML) sobre o estado de saúde do deputado; em dados detalhados sobre o atendimento médico prestado na Papuda; e ainda em parecer do Ministério Público – todos os órgãos se pronunciaram a favor da manutenção do deputado na cadeia.
Após analisar todas as manifestações, Macacari concluiu pela permanência de Maluf na Papuda. “A prisão domiciliar humanitária só tem lugar nas estritas hipóteses em que o apenado não possa receber tratamento no interior do presídio [...]. Há prova mais que suficiente que esta não é o caso destes autos”, escreveu na decisão.
Maluf foi condenado no ano passado a 7 anos e 9 meses de prisão, em regime inicialmente fechado, por lavagem de dinheiro.
Em dezembro, no último dia antes do recesso do Judiciário, o relator da ação no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, rejeitou o segundo recurso apresentado contra a sentença e determinou o “imediato início” da pena.

Dias depois, a presidente da Corte, Cármen Lúcia, negou um pedido da defesa para suspender a prisão, baseado na alegação de que ele ainda teria direito de apresentar outros recursos ao STF.

Como o juiz decidiu

Na decisão, o juiz Bruno Macacari considerou que, apesar de ter 86 anos e estar com “doenças graves e permanentes”, Maluf tem condições de ficar na cadeia, assim como outros 144 presos idosos do Distrito Federal.
O magistrado considerou que o deputado “não se vê no estado de tamanha debilidade que busca ostensivamente demonstrar”. Para provar isso, ele mencionou uma entrevista na TV dada por Maluf em outubro do ano passado ao jornalista Roberto Cabrini.
“Àquela ocasião, o reeducando se movimentou com aparente destreza, apesar da idade avançada, jamais se apoiando, durante a entrevista, na bengala de que passou a se servir desde que emanada a ordem de prisão”, afirmou o juiz.
Na mesma entrevista, destacou Macacari, Maluf disse que andava, no mínimo, três quilômetros todos os dias.
No laudo, o IML aferiu que Maluf tem dificuldades normais de um idoso para se locomover. O juiz ainda verificou que foram colocadas barras laterais e acesso facilitado ao banheiro da cela de Maluf.
Em relação aos problemas cardíacos, o juiz levou em conta exames que apontam condição “estável”, sem risco de ocorrência de “evento grave”.
Mesmo assim, destacou que a estrutura de saúde para o parlamentar é a mesma disponibilizada para outros detentos com problemas cardíacos.
“É certo que o sistema carcerário local não conta com médico em regime de plantão nas vinte e quatro horas do dia. E não poderia ser diferente. Afinal, repito, estamos falando de um presídio, e não de um hospital ou de uma UTI”, afirmou.
Em outra parte da decisão, o juiz contesta argumento da defesa sobre a alimentação do deputado, dizendo que são oferecidas “refeições especiais”, com cardápios definidos por nutricionistas.

“Se o sentenciado tem passado os dias à base de minipizza, refrigerante, café e água, como salientado pelo parecerista contratado pela defesa, tal fato decorreu exclusivamente de ação voluntária dele. Isso porque os dois primeiros itens, vale dizer, minipizza e refrigerante, jamais compuseram os cardápios dos internos, e foram livremente adquiridos e consumidos pelo próprio reeducando”, escreveu o juiz.

O que diz a defesa

O advogado de Maluf, Antonio Carlos de Almeida Castro, disse que a defesa está “perplexa” com a decisão.
Em nota, disse que o juiz reconheceu que Maluf vem sendo “ajudado, tratado e auxiliado” por outro detento, que é médico, o que seria uma admissão da “falência” do Estado em prover condições de segurança para o deputado.
“Continuamos a acreditar no Poder Judiciário e temos a firme convicção de que o dr. Paulo poderá não suportar o que está sendo imposto a ele. À defesa cabe alertar e recorrer. É preocupante que a decisão cite expressamente a necessidade de ajuda de um outro detento. É o Estado admitindo sua falência. Acreditamos que o Tribunal de Justiça de Brasília tenha uma visão mais humana e mais condizente com o direito”, afirmou.
A defesa alertou que não há médico disponível na Papuda das 16h às 9h. No processo, destacou que no início deste ano dois presos mais jovens morreram por problemas cardíacos devido à falta de socorro rápido.
Leia a íntegra da nota da defesa:
O Juiz da Vara de Execução Penal houve por bem indeferir a prisão domiciliar do Dr Paulo Maluf. Embora reconheça as graves enfermidades e seja do seu conhecimento a idade avançada do detento, 86 anos, Sua Excia considera que o sistema carcerário da Papuda é suficientemente capaz de dar condições de segurança ao Dr Paulo. Mesmo reconhecendo que no dia a dia o deputado tem que ser ajudado, tratado, auxiliado por um outro detento que é médico . Ou seja reconhece o Sua Excia que o sistema carcerário não possui médico e nem assistência apos as 16 hs ate as 9 hs ,mas entende que um outro preso , que é médico, pode lhe prestar assistência. A defesa , perplexa, registra que os laudos apresentados, a nosso ver, evidencia a absoluta impossibilidade da manutenção, com segurança, do Dr Paulo Maluf no sistema carcerário. A prisão domiciliar neste caso é mais do que uma decisão humanitária, é uma questão de direito e justiça. A defesa, que não entende de medicina, viu atônita a decisão citar um programa de televisão do qual o Dr Paulo participou tempos atrás como fundamento da sua manutenção na prisão. Continuamos a acreditar no Poder Judiciário e temos a firme convicção de que o Dr Paulo poderá não suportar o que esta sendo imposto a ele. À defesa cabe alertar e recorrer. É preocupante que a decisão cite expressamente a necessidade de ajuda de um outro detento. É o Estado admitindo sua falência. Acreditamos que o Tribunal de Justiça de Brasilia tenha uma visão mais humana e mais condizente com o direito.

Fonte: G1

sábado, 13 de janeiro de 2018

ESPORTES

Minas vence Brasília e embala no returno da Superliga Feminina

Sem dificuldade, mineiras fazem 3 a 0 e se mantêm entre as melhores
Norte-americana Hooker enfrenta bloqueio duplo do Brasília: oposta foi um dos destaques do Minas FOTO:Orlando Bento/Minas
O Minas conquistou a terceira vitória consecutiva no returno da Superliga Feminina. Jogando em casa, na Arena JK, o time mineiro derrotou o Brasília por 3 sets a 0, nesta sexta-feira, com parciais de 25/17, 25/8 e 25/22. A líbero Léia, da equipe mandante, recebeu o Troféu Viva Vôlei como a melhor em quadra, em votação popular na Internet.Além de Léia, que se destacou na defesa, o Minas contou com boa participação das jogadoras do setor ofensivo.
 A oposta norte-americana Hooker e a ponteira Rosamaria terminaram como as maiores pontuadoras em quadra. Cada uma assinalou 14 bolas vencedoras.Com a terceira vitória seguida, o Minas se manteve entre os quatro melhores na Superliga, com 31 pontos. O Brasília, por sua vez, faz campanha irregular, sofrendo a segunda derrota consecutiva. O time do Distrito Federal permaneceu com 10 pontos. 
O Minas volta as atenções para a disputa da Copa Brasil de Vôlei. Na próxima quinta-feira, a equipe mineira enfrenta o Praia Clube, em clássico regional marcado para a cidade de Lajes, interior catarinense, às 19h. Na outra semifinal, Rio de Janeiro e Osasco terão duelo no mesmo dia, fechando a rodada dupla. A decisão será no dia 19 de janeiro.Pela Superliga, o próximo compromisso do Minas é diante do Barueri, só no dia 23 de janeiro, no interior paulista. O duelo será válido pela quinta rodada do segundo turno.

FONTE: Redação /Superesportes

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

BRASÍLIA



    Brasília: 30 anos do tombamento


    Foto: Pedro Paulo/ Jornal Central Brasil
     ...Brasília é a execução, em alta modernidade, da ideia nutrida pelo Ocidente do que fora a plenitude grega" (Paulo Emilio Salles).

    Sempre que, no eixo monumental, cruzo a linha imaginária que liga o Congresso Nacional ao Palácio do Itamaraty e vislumbro a Praça dos Três Poderes do alto da rampa que nela desemboca, me vem uma emoção genuína, que não se desgasta pela sua repetição. A visão privilegiada do conjunto da Praça, ladeada pelos seus três edifícios principais e adornada com a perspectiva do Itamaraty, à direita, é uma imagem que só se compara com a dos grandes espaços urbanos icônicos da humanidade.
    A Praça dos Três Poderes é uma construção dos nossos tempos que evoca a tradição urbanística clássica, seja ela a da "Versailles do povo", como queria Lucio Costa, ou a da ágora grega da Antiguidade. Mas também há referências às "plazasmayores” ou “plazas de armas" das cidades ibéricas, hispano-americanas, e também às praças do nosso período colonial brasileiro. Essa mistura de influências poderia ter resultado em um pastiche pós-moderno de estilos não fosse a genialidade de Lucio Costa em traduzi-la na síntese clara e elegante de um desenho modernista, complementado pela arquitetura de Niemeyer, já tão comentada e enaltecida. 
    Em nenhum outro lugar do Plano Piloto essa confluência de talentos foi tão feliz a ponto de justificar, por si só, o reconhecimento pela Unesco de Brasília como patrimônio cultural da humanidade, que completou 30 anos em 07 de dezembro de 2017. O Relatório do Plano Piloto de Brasília, que completou 60 anos também em 2017, contudo, tem outras soluções, que com o passar dos anos, e ainda são poucos para o amadurecimento de uma cidade, confirmam a sua qualidade excepcional ou revelam suas fragilidades.
    Foto: Pedro Paulo/ Jornal Central Brasil
    Destacam-se as superquadras, reconhecidamente um dos melhores resultados urbanísticos produzidos a partir de conceitos modernistas e que se mantém como exemplo de espaço de alta qualidade (quase um oásis) em meio ao crescente caos urbano. Se pensarmos na Unidade de Vizinhança, que agrega quatro superquadras, seu conceito coincide em muitos pontos com o que se propugna atualmente como cidade compacta e caminhável, pois concentra em um espaço alcançável pelo pedestre, a moradia, o comércio de primeira necessidade e ainda a escola, a igreja, o posto de saúde, o clube de lazer e os equipamentos culturais.
    Reconhece-se, contudo, que este ideal de cidade humanizante com uma densidade habitacional adequada, associada a áreas verdes e espaços públicos gregários não se cumpriu como desejado. O conceito de Unidade de Vizinhança só foi integralmente aplicado nas primeiras  superquadras da Asa Sul e muitas de suas qualidades se perderam em outras áreas do Plano Piloto. O sistema viário, cuidadosamente desenhado segundo princípios racionalistas para dar fluidez ao trânsito, propiciou, por outro lado, o desenvolvimento de um culto ao automóvel, hoje mundialmente condenado e já não suporta o superlativo crescimento da frota. Para além do Plano Piloto-PP, a cidade cresceu de forma dispersa e em grande medida de maneira irregular. E mesmo onde foi planejado, o crescimento ocorreu sem a mesma qualidade de projeto e de investimentos que o Plano teve na sua implantação e continua tendo. Isto causou uma apartação crescente entre o PP e as demais áreas urbanas do DF, que criou um DF marcado por desigualdades que são ao mesmo tempo sociais e espaciais. 
    Por isso é compreensível que a população do DF que não habita o Plano Piloto não se sinta pertencente ao seu espaço urbano, pois o utiliza só para trabalhar ou fazer uso de serviços e equipamentos e cada vez menos. A mais recente Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios - PDAD da Codeplan aponta que somente 7,2% da população do DF mora no PP, embora ainda 41,5% nele trabalhem. Assim não se pode estranhar se uma boa parte dos 93% de brasilienses que não moram no Plano talvez não valorizem a sua condição de patrimônio cultural da humanidade com se esperaria que fizessem pela relevância deste título. 
    1. ArchDaily 

    domingo, 24 de dezembro de 2017

    POLÍTICA

    Maluf vai passar o Natal no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília

    Resultado de imagem para PAULO MALUF NA PAPUDA
    O deputado Paulo Maluf deixa o IML após fazer exame de corpo de delito e é levado para o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília (Adriano Machado/Reuters)

    O ex-prefeito da capital paulista e deputado federal Paulo Maluf vai passar o Natal no Centro de Detenção Provisória, no Complexo da Papuda, em Brasília. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios negou provisoriamente o pedido de defesa de Maluf para que ele cumpra a prisão domiciliar.

    O juiz substituto Bruno Aiello disse que a decisão pode ser revista depois do laudo da perícia médica feita pelo Instituto Médico-Legal. As informações devem ser encaminhadas ao tribunal até a terça (26). Em nota, o advogado de defesa de Maluf, Antonio Carlos Castro, disse que continua apreensivo com a saúde de seu cliente.

    FONTE: Radioagência Nacional 

    quarta-feira, 25 de outubro de 2017

    METEOROLOGIA



    Previsão de chuva para a Brasília

    Qual a expectativa para Novembro?

    Resultado de imagem para CHUVAS EM BRASÍLIA
    FOTO: AGÊNCIA BRASIL

    Brasília está há 22 dias sem chuva. De acordo com dados do Inmet - Instituto Nacional de Meteorologia a última chuva registrada na cidade foi no dia 03/10 quando foram acumulados 10,5 milímetros de chuva . A média para Outubro é de 172,1 milímetros.
    Setembro é considerado um mês de retorno das primeiras pancadas de chuva, depois da estiagem de junho, julho e agosto, mas não foi observada precipitação regular durante o mês passado. Foram registrados apenas 9 milímetros na capital federal sendo que a média é de aproximadamente 52 milímetros , segundo o Inmet.A Agência Regulatória de Água, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal no informativo das do dia 25/10, revela que o nível doreservatório de Descoberto estava em 8,3% e o de Santa Maria com23,8% do volume útil.
    De acordo com os meteorologistas da Climatempo, a tendência é que o tempo quente e seco já comece a se despedir da região. É esperada uma mudança na direção dos padrões atmosféricos nos próximos dias o que irá facilitar a formação de algumas nuvens.
    Nesta quinta-feira (26), o forte aquecimento e a previsão do aumento de umidade irão contribuir para a formação de nuvens carregadas. Por isso,a chance de chover aumenta em algumas áreas do Distrito Federal. A chuva pode vir acompanhada de descargas elétricas.
    Na sexta-feira e no fim de semana, mais áreas de instabilidade tendem a se formar na região do Distrito Federal e as condições de chuva são maiores. Há possibilidade de chuva forte em alguns momentos. A expectativa é que as pancadas de chuva sejam frequentes também na segunda-feira (30).

    Expectativa para Novembro

    O Distrito Federal deve receber mais umidade durante todo o mês de Novembro o que irá contribuir para a formação de áreas de chuva sobre a região. Aos poucos o regime de chuvas começa a se regularizar sobre o Centro-Oeste e a tendência é que daqui pra frente não venham ocorrer mais longos períodos de estiagem.

    FONTE: CLIMATEMPO


    ECONOMIA DF

    Congresso em Brasília discute papel do varejo na retomada da economia

    Terceira edição do Fórum Nacional do Comércio teve início nesta terça-feira (24). Rollemberg destacou importância do setor na geração de empregos
    Presente na solenidade, o governador de Brasília falou para os participantes. “É no varejo que estão a maioria dos empregos, dos negócios e do atendimento a população, afirmou Rollemberg. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
    Presente na solenidade, o governador de Brasília falou aos participantes. “É no varejo que está a maioria dos empregos, dos negócios e do atendimento a população, afirmou Rollemberg. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
    O III Fórum Nacional do Comércio, aberto na noite desta terça-feira (24), terá como tema o papel do varejo na retomada do crescimento. O objetivo do congresso é criar uma comunicação entre empresas do Brasil para fortalecer o mercado varejista e, por meio dele, a economia.
    Presente à solenidade, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, saudou os participantes e destacou a importância do setor. “É no varejo que está a maioria dos empregos, dos negócios e do atendimento à população. É uma força motriz de recuperação do desenvolvimento econômico.”
    Rollemberg aproveitou para fazer um convite bem-humorado aos empresários. “É com muita alegria que saúdo a vinda de todos para a cidade e espero que aproveitem para gastar no nosso varejo.”

     Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

    Além do governador, também discursaram os ministros do Desenvolvimento Social e Agrário e do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Osmar Terra e Dyogo de Oliveira, respectivamente.
    Os dois também apontaram o potencial dos mercados varejistas para a economia deslanchar. “Vocês são os maiores empregadores do Brasil. Essa é a verdade. Nós precisamos que a dinâmica da sociedade e da economia ajude às pessoas”, disse Terra.
    Depois dos discursos de abertura, o público acompanhou uma palestra sobre economia e participou de um jantar. Esta quarta-feira (25) será o segundo e último dia do fórum. A programação prevê debates e palestras para os inscritos.
    O III Fórum Nacional do Comércio é organizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e a Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF).

    FONTE: AGÊNCIA BRASÍLIA

    terça-feira, 26 de setembro de 2017

    DF



    Reservatórios de água do DF atingem mínimo histórico nesta terça, diz Caesb


    Resultado de imagem para reservatórios do DF
    Reservatórios de água do DF nunca estiveram tão vazios

    Os reservatórios de água que abastecem imóveis comerciais, residenciais e industriais do Distrito Federal atingiram o nível mais baixo da história nesta terça-feira (26). No fim da manhã, a barragem do Descoberto operava com apenas 18,5% do volume máximo, e a de Santa Maria, com 30,1%.
    À TV Globo, a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) confirmou que os valores representam as mínimas históricas dos dois reservatórios. Ainda assim, os números estão acima dos valores previstos para este mês – de 14% e 26%, respectivamente.
    Segundo a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa), os níveis preocupam porque podem exigir um racionamento ainda mais severo. Se o reservatório do Descoberto atingir 9%, por exemplo, o rodízio de água nas regiões abastecidas por ele pode ser ampliado para dois dias na semana.
    A situação também é crítica em áreas abastecidas por córregos independentes e poços artesianos – como Sobradinho, Planaltina e São Sebastião. Nessas áreas, muitos dos veios de água já secaram. No dia 1º de setembro, a Caesb anunciou a inclusão de regiões que captam água de poços no regime de racionamento – 150 mil pessoas foram atingidas por essa extensão.

    À espera da chuva

    Na última sexta (22), a população do DF foi surpreendida positivamente por chuvas isoladas e rápidas em algumas regiões da capital – dando fim a uma estiagem de 123 dias. Apesar disso, o fenômeno não se estendeu e, segundo o Inmet, chuvas em grande volume só devem acontecer no próximo mês.
    Segundo o meteorologista do Inmet Manoel Rangel, as nuvens devem reaparecer no céu de Brasília a partir de quinta (28), e os temporais, na primeira semana de outubro. Elas são importantes para a agricultura, para a indústria e também para o abastecimento doméstico.
    Estudantes da UnB tiraram os guarda-chuvas do armário após chuva passageira (Foto: Bianca Marinho/G1)Estudantes da UnB tiraram os guarda-chuvas do armário após chuva passageira (Foto: Bianca Marinho/G1)Estudantes da UnB tiraram os guarda-chuvas do armário após chuva passageira (Foto: Bianca Marinho/G1)


    G1 DF